domingo, 4 de setembro de 2011

Sobre heróis os karas e sintonias da vida

Hoje recordando coisas lindas de uma vida feliz, meu irmão e eu, nos recordamos que antes de vampiros sensuais, bruxinhos e feitiços espetaculares e até alguns heróis do HQ, tivemos nossos heróis brasileiros, saídos da cabeça genial de um autor brasileiro,
Trata-se do grupo dos KARAS criaturas de PEDRO BANDEIRA...
Sim, pessoas, o Brasil produz heróis (há muito tempo... afinal alguns personagens históricos de Erico Veríssimo, Guimarães rosa, Rachel de Queiroz... são sim heróis, mas isto é assunto looongo para outro post)
Lembro que o primeiro livro da saga dos karas que li foi o anjo da morte, nome sugestivo para uma adolescente, interessada por coisinhas góticas, rock, literatura estranha (POE...) algo de história e um que de rebeldia (não, não é pra entender,...) anjo da morte devia ser sinistro...
Não era... era genial, empolgante, emocionante e se passava no Brasil, um grupo de adolescentes brasileiros, que lutavam por justiça, por honestidade, sempre com muita inteligência e lealdade...
Foi amor à primeira linha...
Descobri que existia uma “saga” com outros livros e então tentei conseguir os outros exemplares, cada um melhor que o outro, já conhecia o Pedro bandeira, de um clássico dos clássicos que todas, meninas da escola leram, a identificação máxima de personagem e leitor, era ler e pronto, no outro dia estava feita a roda de debates das angústias...
A obra? A MARCA DE UMA LÁGRIMA, noooossa foi à terapia minha e de minhas amigas por anos, complexo de Isabel, baixa e alta estima de Isabel... etc. etc...etc... Pedro foi meu ídolo por muito tempo e ainda o é... porque está inexoravelmente cravado em minha história...

Bem, hoje eu já vi vampiros sedutores e pálidos, bruxinhos simpáticos, magos loucos, super heróis a dizer basto...
Porém meus heróis da adolescência com Pedro são meus prediletos, acalentamos até hoje a vontade de ver en vivo com voz os karas, calú, chumbinho, magrí, Miguel, cabeção... deus como seria bom...
Meu irmão é a única pessoa que conheço que compartilha comigo esta paixão, claro que total influencia minha, fico indignada, quando ninguém sabe quem é Pedro bandeira, nem os karas, absurdo...
Mas fazer o que eu? Eu tive a sorte de ter lido e de ter sempre as mãos os exemplares de
Meus queridos karas, sempre prontos a agir contra tudo e todos... e se ninguém sabe, ah não importa sempre posso falar com meu irmãozinho sobre eles, e divagar...
Há uns anos escrevi uma carta para Pedro bandeira (amo escrever cartas)
Mas acho que a editora nunca entregou, não sei... hoje por incrível que pareça, não lhe procurei em blogs, sites etc. ..sei lá
Mas o que fica é que Pedro foi o patrocinador de horas deliciosas, e de umas lágrimas que marcaram uma cabeça de menina, mais que isso, ele é brasileiro e eu tenho orgulho disso!

Aos karas meu tributo...
Porque o Brasil tem sim heróis adolescentes que valem à pena...





terça-feira, 12 de julho de 2011

REBECCA DAPHNE DU MAURIER/ ALFRED HITCHCOCK

Daphne du Maurier nasceu no início do século XX e escreveu best-sellers romanticos que indiretamente lhe teceram uma história de amor, um leitor fascinado por suas histórias quis conhecer a autora e casaram-se pouco tempo depois em uma história digna de um de seus livros.

Rebecca é um livro ambientado na Inglaterra, em uma esplendorosa mansão chamada Manderley. Uma jovem dama de companhia cujo nome nunca é citado conhece e rapidamente casa-se com o viúvo Maxim de Winter, proprietário de Manderley e torna-se a segunda Mrs. Winter.
Após sua chegada a Manderley, inicia-se uma tormenta com a presença fastasmagórica de Rebecca, a linda e perfeita primeira senhora de Winter, exímia dona de casa,talentosa com cavalos e barcos, amada e admirada por todos,  a simples menção de sua existência anula completamente a personalidade tímida e insegura da nova senhora.
 A governanta mrs.Danvers faz tudo para que a estadia da moça seja repleta de fracassos, decepções e tristezas.
 o drama psicológico da segunda senhora de Winter, suas aflições até pueris inquietam, e a presença quase que sobrenatural de Rebecca, sua aura onipresente traz um que de mistério que torna tudo mais delicioso, novela aos moldes tradicionais de folhetim infalivelmente envolvente

A atmosfera é de um suspense e uma tensão tão pungentes que é impossível deixar de ler o livro, e o final é maravilhosamente justo e revelador.

Sobre o romance, existem rumores que seria um plágio da obra A Sucessora, escrito em 1934, da escritora pernambucana  Carolina Nabuco, (filha de Joaquim Nabuco) fica a dúvida, Daphne teve acesso à obra de Carolina ou é apenas coincidência como tantas outras?

 Chegou ao cinema pelas mãos do mestre do suspense Alfred Hitchcock, que pôs sua genialidade a serviço de uma obra bem estruturada, o inevitável ar de mistério de seu trabalho perdurou em Rebecca, a mulher inesquecível (1940), toda atmosfera soturna e envolvente de Manderley e seus habitantes foram fielmente traduzidos, Laurence Olivier viveu Max de Winter e Joan Fontaine a segunda Sra. de Winter (uma atuação fraca, em minha singela opinião) recebeu inúmeras indicações ao Oscar, seu legado foi uma obra bela e fiel ao livro, o que é muito difícil.







PALAVRAS ANIMADAS

Ando as voltas com inúmeras fixações, obsessões e manias que me divertem, distraem e fazem feliz, é um tantinho paranóico, bem, mas  nada patológico (será?)... não sei mas uma das que mais me dedico atualmente é ler e reler meus livros favoritos e ver e rever sua versão para o cinema, ah como eu amo ver um bom livro ganhar vida, voz e movimento num bom filme...
Arte dificílima de ser bem feita verdade, porém grandes obras já foram produzidas, tenho apreço especial por clássicos que tiveram versões ainda em preto e branco, nossa já assisti Rebecca de Hitchcock tantas vezes... tantas versões de áudio que nem sei, outra obra que me fascina é a obra prima de Emily bronte: o morro dos ventos uivantes, com algumas versões para o cinema( carinho especial pela versão de 1939), Porém ver Ralph Fiennes dar voz a Heatcliff, mexe comigo deveras...
Enfim, bons livros merecem bons filmes, vou recomeçar a escrever, dessa vez sobre os livros/filmes especiais para mim!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VESTIDOS DOS SONHOS: OS MAIS BELOS DA HISTÓRIA DO CINEMA

Grandes filmes que se tornaram ícones por sua beleza, história e  protagonistas e , também deixaram um legado de belíssimos vestidos... verdadeiras obras de arte!
Obras que marcaram época, influenciaram a moda e estilo de muitas mulheres.
No passado é onde encontramos a maioria destas obras tão valiosas, porém alguns filmes atuais também contribuem para esta coleção.
Além de uma boa história e um lindo galã, nós mulheres também queremos nos encantar com o figurino...
O primeiro grande sucesso de uma criação para o cinema foi em 1931: um vestido de organza branco, com ombros largos e cintura estreita, diáfano, lindo...  Criado pelo figurinista Adrian usado por ninguém menos que Joan Crawford no filme Redimida, produzida pela Chanel, cerca de 50 mil peças  iguais foram vendidas, tamanho o sucesso.
Joan Crawford

 Porém o maior sucesso de todos é sem dúvida o modelo criado por Hubert de Givenchy que Audrey Hepburn usou em Bonequinha de luxo, vestido tão relevante quanto este, não surgirá nunca!

audrey, no pretinho básico da Givenchy

O filme e o vento levou...(Gone With The Wind ) 1939, deixou um bom legado...

Vivien Leigh em ...E O Vento Levou



vestido feito com a cortina...





Uma das peças mais belas usadas no filme...

                      Rita Hayworth em Gilda1946, sinônimo de elegância e sensualidade, as mulheres
ganharam poder com Gilda.

outra peça do filme Gilda.

Vestido usado po Elizabeth Taylor, em Um lugar ao sol.


cena do filme.
 Cat on a Hot Tin Roof

 AUDREY FOI E É SINÔNIMO DE ELEGÂNCIA E BOM GOSTO!
Aparceria com  Givenchy criou verdadeiras obras primas.
Audrey em cinderela em paris

outra criação Givenchy, para Audrey, no filme sabrina

GRACE KELLY


janela indiscreta.

Ladrão de casaca.


vestido diáfano de chiffon, usado no filme HIGHT SOCIETY.

detalhe do vestido



vestido usado no filme O cisne.


.
Uma mulher divina, sensual,poderosa, assim era Ava Gardner, seu figurino pessoal,era um show a parte
a cima, vestido preto de seda, sensual e feminino.
Ava ousava na Volúpia.

Greta Garbo em, Camille
outro vestido do filme.








Joan Fontaine, Rebecca.



 

DINNER AT EIGHT (1933)



Jean Harlow’s supremely sexy white dress from DINNER AT EIGHT (1933)

Marilyn Monroe O Pecado Mora ao Lado
Filme de 1955
Julia Roberts, num conto de fadas moderno.
uma linda mulher.


Kate Winslet, belissímo figurino.

Titanic,1997
Para sempre cinderela.
                                            


Janifer Aniston, no filme, dizem por aí... atual, caimento perfeito!
 


Desejo e Reparação  2007, ótimo filme, lindo figurino!
Um dos vestidos mais bonitos da história do cinema.